A BÚSSOLA
Vou andando por aí
Sem ter pressa nem hora pra chegar
Nunca pensei em desistir
O trajeto importa mais que o lugar
Vou subindo os degraus
Dessa escada em plena escuridão
Um tropeço é normal
Toda escada tem que ter corrimão
E tinha que ser você...
Ao meu lado a me dizer
Por quais rotas, quais os rumos a seguir
? Como vou saber
Que atalho ou trilha escolher
Que caminhos e quais alvos atingir?
Todos precisamos de uma bússola no mar
Um cruzeiro do sul a nos nortear
Ideologias e princípios ou um ombro um altar
Se não for você encontro algo pra me guiar
Mas tinha que ser você...
terça-feira, 3 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
RATO DE ESCRITÓRIO
Hoje lembrei dessa música... Deve ter mais de 10 anos... Fiquei com vontade de compartilhar....
RATO DE ESCRITÓRIO
Sentado atrás de uma mesa
Cercado por pilhas de papel
A única janela acesa
Como uma solitária estrela no céu
As horas voam noite afora
E as pilhas custam a diminuir
Mas não pode ir embora agora
Olhos lesados mas não vai dormir
Mas em algum lugar a ausência é sentida
Se acumulando como seu cansaço
Será impossível se mudar de vida?
Divida o tempo, você não é de aço...
?Por que você não vem ver o sol?
Você precisa tirar a camisa
Estamos com você
?Por que mais um domingo sem futebol?
Vamos pular do alto e depois outro salto
Vamos viver...
Em frente ao computador
Seu esgotamento é notório
Já não é um trabalhador
Virou um rato de escritório
Não vê que as horas passam rápido demais?
O tempo é curto e pode ser que um dia
Fechando os olhos tente olhar pra trás
Vendo que a vida foi meio vazia...
sexta-feira, 1 de abril de 2011
COMO POSSO ACEITAR, VIVER COM CONVICÇÕES, SE O MUNDO MUDA DE LUGAR...
E se muda...
O mundo roda em torno de sim mesmo e viaja contornando o Sol (translação)...
Internamente, a terra faz um alongamento nas costas (crostas) e tudo treme no Japão...
Até a Terra, até então austera, altera seu eixo de rotação...
Aí o vento inventa e a chuva esperada, vira sol de verão...
Nesse contexto como um conceito pode virar convicção?
Tudo isso para dizer que vivo mudando trechos de letras da Ilhados Aqui:
A última estrofe de O QUE FICOU PRA TRÁS I ficou assim:
... E se for impossível romper com velhos laços
Se for inesquecível a pegada de um passo
Torne mais leve o convívio com a cicatriz que ele traz
Porque não é combustível o que ficou pra trás
PS: quarta rolou ensaio; vamos ver se sobrou algum áudio audível, ao menos, para botar aqui.
Incluímos alguns covers no repertório e mais uma autoral: O QUE FICOU PRA TRÁS II - A VIAGEM NO TEMPO, já conhecida de alguns.
O QUE FICOU PRA TRÁS II – A VIAGEM NO TEMPO
Se tivesse dito
Se tivesse feito
Certamente teria sido bem melhor
Se tivesse ido
Agido de outro jeito
O prejuízo talvez fosse bem menor
Mas não dá mais pra voltar atrás
Mas não dá mais pra voltar
Se tivesse escrito
Pensando direito
Certamente teria sido bem melhor
Se tivesse tido
Um pouco mais de peito
O prejuízo talvez fosse bem menor
Mas não dá mais pra voltar atrás
Mas não dá mais pra voltar
Dizem que é possível
Mas dizem ser improvável
Na verdade não é nada necessário
O mundo roda em torno de sim mesmo e viaja contornando o Sol (translação)...
Internamente, a terra faz um alongamento nas costas (crostas) e tudo treme no Japão...
Até a Terra, até então austera, altera seu eixo de rotação...
Aí o vento inventa e a chuva esperada, vira sol de verão...
Nesse contexto como um conceito pode virar convicção?
Tudo isso para dizer que vivo mudando trechos de letras da Ilhados Aqui:
A última estrofe de O QUE FICOU PRA TRÁS I ficou assim:
... E se for impossível romper com velhos laços
Se for inesquecível a pegada de um passo
Torne mais leve o convívio com a cicatriz que ele traz
Porque não é combustível o que ficou pra trás
PS: quarta rolou ensaio; vamos ver se sobrou algum áudio audível, ao menos, para botar aqui.
Incluímos alguns covers no repertório e mais uma autoral: O QUE FICOU PRA TRÁS II - A VIAGEM NO TEMPO, já conhecida de alguns.
O QUE FICOU PRA TRÁS II – A VIAGEM NO TEMPO
Se tivesse dito
Se tivesse feito
Certamente teria sido bem melhor
Se tivesse ido
Agido de outro jeito
O prejuízo talvez fosse bem menor
Mas não dá mais pra voltar atrás
Mas não dá mais pra voltar
Se tivesse escrito
Pensando direito
Certamente teria sido bem melhor
Se tivesse tido
Um pouco mais de peito
O prejuízo talvez fosse bem menor
Mas não dá mais pra voltar atrás
Mas não dá mais pra voltar
Dizem que é possível
Mas dizem ser improvável
Na verdade não é nada necessário
terça-feira, 15 de março de 2011
Muito prazer, quero te apresentar !Muito Prazer! 2
Acho que acabei de mudar a letra de !Muito Prazer! de novo... Sorry, Ilhados, acho que agora está no ponto! Mas... até quanto....rsrs
!Muito Prazer!
a hora é agora
o momento é já
o passado aflora
e o futuro vírá
não adianta adiar
nem adiantar
hoje é dia D
agora é hora H
não dá pra se esconder
nem chance de anonimato
é no espelho que vê
o verdadeiro retrato
não se pode fugir
não dá mais pra escapar
o lugar é aqui
o momento é já
!muito prazer!
quero te apresentar a você
não há outro caminho
nem outra cercania
tem que fazer sozinho
na própria companhia
tem que estar aberto
e fechado em si
não há método certo
tentar é conseguir
!muito prazer!
quero te apresentar a você
uilis: bateria e transpiração
tasso: baixo e conspiração
hugo: guitarra, voz e piração
todos: inspiração
Tá aí ao lado o primeiro registro dos Ilhados Aqui de verdade. Todos os registros anteriores eram com auxílio de um programa de computador que simulava bateria, baixo e efeitos, eventualmente.
O daí do lado tem suor, erros e cores, sem photoshop. Vida real. Bateria, baixo e guitarra. Num mundo em que a tecnologia cada vez mais disfarça (farsa?) falhas, nada melhor do que a crueza do possível.
Acho que estamos postando aqui para que daqui há uns 5 anos, quem ouvir possa pensar: "nossa, como eles melhoraram! Se eles puderam, yes, we can!" rsrsrs... Quase auto ajuda.. rsrs.
Mas the bassman e o garoto-batera mandaram muito bem!
Muito prazer! 2
!Muito Prazer!
a hora é agora
o momento é já
o passado aflora
e o futuro vírá
não adianta adiar
nem adiantar
hoje é dia D
agora é hora H
não dá pra se esconder
nem chance de anonimato
é no espelho que vê
o verdadeiro retrato
não se pode fugir
não dá mais pra escapar
o lugar é aqui
o momento é já
!muito prazer!
quero te apresentar a você
não há outro caminho
nem outra cercania
tem que fazer sozinho
na própria companhia
tem que estar aberto
e fechado em si
não há método certo
tentar é conseguir
!muito prazer!
quero te apresentar a você
uilis: bateria e transpiração
tasso: baixo e conspiração
hugo: guitarra, voz e piração
todos: inspiração
Tá aí ao lado o primeiro registro dos Ilhados Aqui de verdade. Todos os registros anteriores eram com auxílio de um programa de computador que simulava bateria, baixo e efeitos, eventualmente.
O daí do lado tem suor, erros e cores, sem photoshop. Vida real. Bateria, baixo e guitarra. Num mundo em que a tecnologia cada vez mais disfarça (farsa?) falhas, nada melhor do que a crueza do possível.
Acho que estamos postando aqui para que daqui há uns 5 anos, quem ouvir possa pensar: "nossa, como eles melhoraram! Se eles puderam, yes, we can!" rsrsrs... Quase auto ajuda.. rsrs.
Mas the bassman e o garoto-batera mandaram muito bem!
Muito prazer! 2
quinta-feira, 10 de março de 2011
Muito prazer, quero te apresentar !Muito Prazer!
!Muito Prazer!
a hora é agora
o momento é já
o passado de fora
o futuro vírá
não adianta adiar
nem adiantar
hoje é dia D
agora é hora H
não dá pra se esconder
nem chance de anonimato
a pessoa é você
no segundo imediato
não se pode fugir
não dá mais pra escapar
o lugar é aqui
o momento é já
!muito prazer!
quero te apresentar a você
não há outro caminho
nem outra cercania
tem que fazer sozinho
na própria companhia
tem que estar aberto
e fechado em si
não há método certo
tentar é conseguir
!muito prazer!
quero te apresentar a você
uilis: bateria e transpiração
tasso: baixo e conspiração
hugo: guitarra, voz e piração
todos: inspiração
Tá aí ao lado o primeiro registro dos Ilhados Aqui de verdade. Todos os registros anteriores eram com auxílio de um programa de computador que simulava bateria, baixo e efeitos, eventualmente.
O daí do lado tem suor, erros e cores, sem photoshop. Vida real. Bateria, baixo e guitarra. Num mundo em que a tecnologia cada vez mais disfarça (farsa?) falhas, nada melhor do que a crueza do possível.
Acho que estamos postando aqui para que daqui há uns 5 anos, quem ouvir possa pensar: "nossa, como eles melhoraram! Se eles puderam, yes, we can!" rsrsrs... Quase auto ajuda.. rsrs.
Mas the bassman e o garoto-batera mandaram muito bem!
Muito prazer!
a hora é agora
o momento é já
o passado de fora
o futuro vírá
não adianta adiar
nem adiantar
hoje é dia D
agora é hora H
não dá pra se esconder
nem chance de anonimato
a pessoa é você
no segundo imediato
não se pode fugir
não dá mais pra escapar
o lugar é aqui
o momento é já
!muito prazer!
quero te apresentar a você
não há outro caminho
nem outra cercania
tem que fazer sozinho
na própria companhia
tem que estar aberto
e fechado em si
não há método certo
tentar é conseguir
!muito prazer!
quero te apresentar a você
uilis: bateria e transpiração
tasso: baixo e conspiração
hugo: guitarra, voz e piração
todos: inspiração
Tá aí ao lado o primeiro registro dos Ilhados Aqui de verdade. Todos os registros anteriores eram com auxílio de um programa de computador que simulava bateria, baixo e efeitos, eventualmente.
O daí do lado tem suor, erros e cores, sem photoshop. Vida real. Bateria, baixo e guitarra. Num mundo em que a tecnologia cada vez mais disfarça (farsa?) falhas, nada melhor do que a crueza do possível.
Acho que estamos postando aqui para que daqui há uns 5 anos, quem ouvir possa pensar: "nossa, como eles melhoraram! Se eles puderam, yes, we can!" rsrsrs... Quase auto ajuda.. rsrs.
Mas the bassman e o garoto-batera mandaram muito bem!
Muito prazer!
quinta-feira, 3 de março de 2011
SIMPLES ASSIM
Quanto mais a gente toca, mais a gente tem a certeza de que vai tocar de novo. Fica mais divertido, mais bem feito, o tempo no estúdio parece ficar mais curto. Curto.
Segue uma letra recente, sobre algumas teimosias que insistem em não deixar nossa cabeça, inspirada numa frase que “ouvi” do Carlos Maltz (ex-baterista dos Engenheiros do Hawaii, hoje, astrólogo com um site bem legal (http://www.carlosmaltz.com.br/home/):
“Na briga entre a cabeça e o coração, o coração sempre vence, porque a cabeça é mais sensata e desiste de lutar”.
Serve para um amor mal resolvido, para uma aventura não realizada ou para a mania de escrever letras e músicas = )
SIMPLES ASSIM
Eu não esqueci
Essa é a verdade
Não consigo fugir
Dessa insanidade
Eu não esqueci:
O nó não desata
Não dá pra fingir.
Idéia insensata
Fiz terapia;
Pulei 7 ondas;
Promessa ao Senhor do Bonfim
Mas não esqueci
É simples assim
Fiz novos planos
Viajei 4 cantos
Tentei olhar mais pra mim
Mas não esqueci:
É isso, enfim
Na briga entre cabeça e coração
O coração vai ganhar
A cabeça é razão
Não insiste em lutar
Segue uma letra recente, sobre algumas teimosias que insistem em não deixar nossa cabeça, inspirada numa frase que “ouvi” do Carlos Maltz (ex-baterista dos Engenheiros do Hawaii, hoje, astrólogo com um site bem legal (http://www.carlosmaltz.com.br/home/):
“Na briga entre a cabeça e o coração, o coração sempre vence, porque a cabeça é mais sensata e desiste de lutar”.
Serve para um amor mal resolvido, para uma aventura não realizada ou para a mania de escrever letras e músicas = )
SIMPLES ASSIM
Eu não esqueci
Essa é a verdade
Não consigo fugir
Dessa insanidade
Eu não esqueci:
O nó não desata
Não dá pra fingir.
Idéia insensata
Fiz terapia;
Pulei 7 ondas;
Promessa ao Senhor do Bonfim
Mas não esqueci
É simples assim
Fiz novos planos
Viajei 4 cantos
Tentei olhar mais pra mim
Mas não esqueci:
É isso, enfim
Na briga entre cabeça e coração
O coração vai ganhar
A cabeça é razão
Não insiste em lutar
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
NÃO É COMBUSTÍVEL
e se for impossível romper com velhos laços
se for inesquecível a pegada de um passo
ao menos torne invisível a cicatriz que ele traz
porque não é combustível o que ficou pra trás
se for inesquecível a pegada de um passo
ao menos torne invisível a cicatriz que ele traz
porque não é combustível o que ficou pra trás
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